45 anos de “Talking Heads: 77”: A grande estreia do Talking Heads.

As “cabeças falantes” é das bandas mais excêntricas que já vi na vida. Apesar de terem sido concebidos no auge do Punk Rock, eles carregam uma abordagem até meio pop, mesmo sendo uma loucura de conceitos. Hoje é um dia importante já que completa-se 45 anos do disco de estreia do Talking Heads!

Em 1977 o Rock estava em ascenção, é um fato que havia uma ruptura completa por conta do Punk Rock que estava atingindo seu auge. Mesmo assim, era possível encontrar diversos artistas que estavam surgindo com novidades sonoras mas que de alguma forma ainda angariavam elementos do punk como um som despojado em termos de produção.

E lá em Nova York, pelos arredores do famoso bar CBGB, havia uma cena fervendo e uma das bandas que surigiram nela é o Talking Heads, com um vocalista único e uma sonoridade quase caótica, mas de muito talento e qualidade de composição. Então, apresento-lhes o disco de estreia, intitulado como “Talking Heads:77”!

Neste disco, o rock é muito presente, mas elementos do pop e uma sonoridade moderna e atemporal muito bem produzida e de difícil definição uniforme. Um dos motivos dessa dificuldade é a excênctricidade de seu líder e vocalista David Byrne. E já neste disco, um dos maiores hits da história da música era criado!

Sendo ele, “Psycho Killer”, uma composição inacreditável, com um nível muito alto de requinte. Extremamente diferente, uma estrutura nada óbvia e um refrão com palavras em francês. Baixíssimas chances de dar certo, mas que inacreditavelmente deu. Se tornou um clássico mundial e impulsionou a carreira do Talking Heads, um acerto único. E eu também adoro “Happy Day”, muito divertida e empolgante!

O disco “Talking Heads:77” é uma jóia rara, poucas bandas tiveram um início tão único e grandioso com um hit tão potente como eles. Se tornou o disco mais famoso deles e eu considero o melhor! Fica a homenagem e reomendação!

Autor: Neto Rocha

24 anos, e grande entusiasta de uma das coisas mais poderosas inventadas pelo homem, a música.