50 anos de ”Fragile”: O disco definitivo do Yes.

Os fãs de rock progressivo são em grande número aqui no Blog. Esse gênero possui diversas obras primas que são clássicos adorados por muita gente, o Yes é um dos grandes pilares dele e hoje comemoramos exatos 50 anos de um disco muito cultuado pelos fãs, o ”Fragile”. Será que esse é o melhor disco da banda?

Eu sou um fã de rock progressivo mas estou longe de ser um fanático ou algo do tipo, então minha opinião vai ser menos embasada do que os maiores conhecedores, mas pra mim o melhor disco do Yes é o ”The Yes Album”, bom se é o melhor, cada um vai dizer mas a real é que depois desse disco a banda entrou numa crescente muito boa e no ano de 1971 eles aproveitaram o embalo para compor um disco que mudaria bastante o patamar da banda, o grande ”Fragile”!

Esse seria o quarto disco da banda e seria o primeiro com o tecladista Rick Wakeman, aqui a banda apostaria em mais teclados e artifícios eletrônicos o que seria uma cartada diferencial para o desenvolvimento do som da banda e aceitação do público. O disco como um todo é fantástico, irretocável, super virtuoso, bem produzido, complexo e grandioso mas a faixa que destoa de tão alto nível de composição e execução é ”Roundabout”, uma música de abertura maravilhosa com uma linha de baixo quase que impossível de ser entendida pelos ouvintes de tão complexa e bem tocada, é fantástica, autoria de Chris Squire!

O disco recebeu um grande sucesso comercial e consolidou de vez o som da banda (pelo menos nos anos 70). Acabou abrindo as portas para muitas outras bandas apostarem no estilo e mostrou que a música poderia ser mais além do que uma boa composição feita com o coração e ainda assim ter digna de aplausos. ”Fragile” é um disco que fala por si só, um clássico do rock progressivo e merece demais que a galera que não é muito fã do gênero de uma ouvida com atenção! Fica a nossa homenagem!

Autor: Neto Rocha

24 anos, e grande entusiasta de uma das coisas mais poderosas inventadas pelo homem, a música.

3 pensamentos

  1. Esse disco do Yes é um daqueles casos raros que mostram uma banda unida, tocando muito e mostrando tudo o que sabe fazer, seja individualmente ou coletivamente. Por isso é que o Fragile é tão bom de se ouvir até os dias de hoje. Sinceramente, entre este e o sucessor Close to the Edge, de 1972 (na minha opinião, o mais “overrated” disco na discografia da banda), o Fragile para mim se sai melhor por um ou dois níveis acima, ao contrário do Close to the Edge, onde começaram (ou voltaram) a ocorrer dentro do Yes aquelas famosas “desestruturas” constantes na formação entre seus cinco músicos… Enfim, parabéns a mais este disco cinquentão de novembro! Clássico!

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