”Unlimited Love”: O novo disco do Red Hot Chilli Peppers.

Sim, eles estão de volta! E juntos novamente depois de 16 anos desde a partida do guitarrista John Frusciante. O Red Hot Chilli Peppers sempre desperta interesse em novos lançamentos e hoje recebemos o mais novo deles, ”Unilimited Love”! E aí? Estava ansioso para o disco?

Parece mentira de primeiro de abril, o Red Hot está de volta e com a formação mais clássica possível, já que o guitarrista John Frusciante está de volta e sem dúvida, é um dos pilares sonoros da banda. Outro fator que deixou muitos fãs animados foi o retorno do icônico produto Rick Rubin.

Vale lembrar que o último disco da banda foi o ”The Getaway”de 2016, um trabalho bastante honesto que rendeu um clássico ”Dark Necessites”. Depois disso a banda seguiu trabalhando em novas composições e depois chegamos até onde estamos agora. Mas então, será que esse retorno com todas as pontas fechadas trouxe um disco bom?

Vamos lá, o disco é intitulado como ”Unlimited Love”, é duplo, composto por 17 músicas em aproximadamente 1 hora e 13 minutos. Nele podemos ver o som tradicional do Red Hot, que por sinal é uma banda que poucas vezes ousou alcançar rumos diferentes de sonoridade, e eu não julgo o valor disso. Me importo com a sonzeira!

De cara, destaco a faixa de abertura ”Black Summer”, um início empolgante, um dos singles do disco, belo solo de Frusciante. Também gostei de ”Aquatic Mouth Dance”, como não ficar abismado com a linha de baixo inacreditável que Flea desenvolve durante a execução, uma faixa bacana. ”It’s Only Natural” é outra composição que vemos um real esforço da banda em fazer algo diferente e conseguindo cravar um bom momento no disco.

No lado B ”One Way Traffic” é bastante interessante, bem animada, com belos trabalhos de guitarra e baixo, tem potencial para embalar os shows da banda, assim como ”The Heavy Wing”. Eu sinto que a banda optou por acelerar o ritmo do disco do meio para o final.

Talvez eu precise digerir melhor as músicas de ”Unlimited Love”, sem dúvida é o lançamento mais importante do ano até agora, marca o retorno do grupo à velha forma com um disco correto e bom, porém para mim está longe de ser memorável, o que eu posso dizer é que esse disco pode marcar uma possibilidade de shows empolgantes da banda futuramente e da pra sentir que eles estão entrosados nesse trabalho. Se você curte a sonoridade que a a banda entrega fez nos últimos discos, certamente achará esse disco interessante e de fato ele pode entreter mas não vai mudar o jogo! E você? Curtiu o disco?

Autor: Neto Rocha

24 anos, e grande entusiasta de uma das coisas mais poderosas inventadas pelo homem, a música.

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