Entre Acordes Podcast: Os Maiores Discos Ao Vivo Da História Do Rock (Ep.03)

Está no ar o terceiro Entre Acordes Podcast! Neste episódio, nós fizemos um apanhado dos maiores discos ao vivo da história do Rock! Deixe nos comentários, perguntas para serem respondidas no próximo programa! Link abaixo ou procure por: Entre Acordes Podcast no Spotify e no Deezer!

 

Descubra “Os Maiores Discos Ao Vivo Do Rock (Ep.03)” de Entre Acordes Podcast na Deezer

Autor: Neto Rocha

22 anos, atleta de futebol e grande entusiasta de uma das coisas mais poderosas inventadas pelo homem, a música.

2 pensamentos

  1. Primeiramente, quero dizer que vocês sempre detonam. E vejo que não se contaminaram com os tais ‘Unplugged’ da MTV, embora Alice in Chains e Nirvana tenham feito um bom trabalho naquele imbróglio dos anos 90 — de ser a última década criativa ou revigorante. De igual modo, faço coro à ausência de Whitesnake e suas farofadas mestres.

    Queria deixar registrado, também, a óbvia mas necessária distinção entre shows e gravações para discografias lives. Por fim, parabenizar o ilustre Caio, de O Conto de Caio, por estar envelhecendo. Mas ótimo mesmo são os devaneios durante o podcast: do nada uma disputa de ‘jacket colors’. Hahahaha.

    Eu conheci Comes Alive!, do Frampton, no início deste mês e gostei muito. Entra no meu top 5 dentre os lendários “soloists” do rock ‘n roll. Foi uma semana — aquela — muita significativa, pois emendei: 1) Jeff Back, 2) Frampton (disc live), 3) Rory Gallagher, 4) Ted Nugent (disc live) — manda muito bem —, e por último 5) Bonamassa.

    Essa sensação que Lusquinhos cita é engraçada: por exemplo, em relação ao Thin Lizzy, Brian não reconhece no disco citado o ‘overdub’ — ora essa! (Este ano de 1978 não existiu! Cada jóia e vocês trouxeram várias… massa mesmo.

    Gostaria de destacar nesta discussão: The Doors: Absolutely Live (1970), que até não trouxe os clássicos mas entregou uma performance arrojada. Falando nisto, Free – Live! (1971), faz rememorar o que eles eram, antes do declínio.

    Aerosmith: Live! Bootleg (1978): deixando 77 no limbo, pelo o que foi 74 adiante — resgantando as lives daí só lá na próxima década. Foi o melhor disco da banda para Joe Perry. Eu sou suspeito, e soronicamente falando, acho que prefiro outros, mas este é, certamente, um dos mais icônicos. A canção ‘Dream On’ me rouba de um jeito que, cara, tipo o maluco (né?) aí falando de Metallica. Total!

    Por fim, o que dizer de Lynyrd Skynyrd: One More From the Road (1976)? Uma compilação estonteante e ridiculamente mágica. Essa tal de ‘Free Bird’ foi até citada no primeiro podcast do canal. Um negócio absurdo!

    1. Primeiramente gostaria de agradecer pelo comentário, muito bem construído, participativo e inteligente! É esse tipo de leitor que queremos no Entre Acordes! E sim, deixamos os Unplugged de fora para comentarmos em um programa em particular! Bela recordação dos discos ao vivo que faltaram! Contamos com sua divulgação e participação!

Deixe um comentário