Os 75 anos de Bob Marley: do lendário e genial Rei do Reggae.

O “Entre Acordes” acende as velinhas para os 75 anos do lendário Bob Marley. É com muita alegria que convidamos a todos para o “Kaya” de um dos personagens mais importante da história da música mundial. Simplesmente o nome que se tornou sinônimo do Reggae. Hoje é praticamente impossível falar reggae e não falar: “Bob?”.

Suas letras que refletiam a realidade da Jamaica, tomaram o mundo através do carisma e talento de Marley. Acompanhado de sua banda incrível e mais tarde sua família de músicos, Bob se tornou um intenso ativista político, e muito ligado a sua religião a Rastafári, da qual fez muitos adeptos. Com esse combo de qualidade e com uma visão cirúrgica e necessária para sua época, Bob nos trouxe uma visão para o mundo através de sua música que mudaria toda história.

O cantor veio ao Brasil em 1980 e jogou bola. Ele não fez nenhum show, o que é lamentável. Porém, estava tomado pela realeza da música brasileira. No encontro teve uma “pelada” com ícones da nossa música como Chico Buarque, Toquinho, Paulo César Caju (jogador de futebol) e Alceu Valença. Depois ele foi a festa da gravadora que contou com presença de Marina lima e Morais Moreira. A lista era grande e todo primeiro escalão da MPB estava na Ariola Records.

Dono de uma discografia impecável que definiu e desenvolveu (e também transcedeu ao mundo) com perfeição o gênero, (principalmente na fase “Bob Marley & The Wailers”), dos quais se destacam grandes obras como “Catch a Fire” (1973), “Burnin’ (1973), “Natty Dread” (1974), “Rastaman Vibration” (1976), “Exodus” (1977) e “Kaya” (1978). Tenho certeza que se não fosse pelo câncer que o matou, hoje o Rei do Reggae estaria aqui, com sua alegria e carisma eterno, compondo, cantando e dançando com seu magnífico talento! Parabéns Bob! Viva Jah! Salve toda comunidade Rasta!

 

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Autor: lusquinhos87

Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer. Pra poder me livrar do prático efeito. Das tuas frases feitas, das tuas noites perfeitas

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