40 anos de The Wall: o maior disco conceitual da música

Há exatos 40 anos, o Pink Floyd lançava The Wall, a ópera-rock (disco de rock com traços do formato de óperas, e uma história contada) que eu o considero o maior disco conceitual da música, e convido você a colocá-lo para tocar, mergulhar profundamente nele, e ler comigo para entendê-lo. Diferente da tradição aqui no Entre Acordes, onde costumo abordar na história do disco de maneira um pouco mais profunda, pouparei as palavras para este disco e deixarei o foco na obra (principalmente nas letras) que é atemporal, e não depende do vínculo à história da banda. Mesmo assim, aqui vai uma breve contextualização: em 1979, o Pink Floyd vinha da grande turnê de “Animals” (1977) enfraquecido em termos de relações entre os membros, que começaram a viver a vida de rockstars, ir para os shows em carros separados, e evitando relações pessoais até mesmo ao passar o som para tocar. No meio de tais problemas, Roger Waters (baixista, cantor e importante compositor do Pink Floyd) era provavelmente o mais conturbado do grupo, e no meio desta situação emergiu sua grande obra-prima The Wall, que misturava seus traumas pessoais com imaginários, consensados em “Pink”, uma espécie de Alter-Ego que nos faz viajar pelos mais diferentes temas do mundo. The Wall? O muro? Mas como assim? “O muro” é uma metáfora para como Roger se sentia com sua decepção com o estrelato e isolação da sociedade. E Pink vem, em The Wall, mostrando a construção do muro, pouco a pouco, desde sua infância.

Conseguiu se situar? Então vamos lá! Começamos o disco com um pedaço da última música do disco: Outside The Wall (é comum por parte de Waters fazer coisas assim), e logo já ouvimos o primeiro power chord de “In The Flesh?”, uma porrada que começa o disco com intensidade máxima. As guitarras com o órgão criam uma abertura épica. A letra nos introduz ao disco, com Pink apresentando o show que, inesperadamente, será a demonstração para seu público a construção do muro em que foram, indiretamente, parte do processo. A letra é uma das mais complexas do disco, e para ser explicada deve ser lida e re-lida para, ao menos compreendida.

“If you wanna find out what’s behind these cold eyes

You’ll just have to claw you way through this disguise”

Com “The Thin Ice”, entramos na infância de Pink, com um alarme de seus pais em uma canção de ninar, a princípio inocente, entoada pela linda voz de David Gilmour (guitarrista,vocalista, compositor importante também). “Mama loves you baby/And daddy loves you, too/And the sea may look warm to you babe/The sky may look blue/But uh, babe”. A palavra blue (azul) em inglês também significa um humor triste e melancólico (vide o nosso querido Blues!), portanto eles querem avisar que o mundo pode parecer bom, mas as aparências enganam. Depois Waters vem com sua voz alarmosa, malvada de certa maneira, e anasalada, e fala que para patinar no “Thin Ice of modern life”, não se deve surpreender quando uma quebra no gelo aparecer abaixo de seus pés. O gelo é uma alusão também a algo mais frio e cruel, em contraste com os oceanos que Gilmour falava sobre, inclusive a água é uma representação da mente inconsciente (que controla as funções mais básicas e involuntárias do corpo) na teoria psicanalítica e as menções aparecem ao longo do disco para isso, eu vou falar sobre elas ao longo dele. Lindas guitarras dramáticas e melódicas de Gilmour nos levam ao final da música.

Chegamos então na primeira parte de “Another Brick In The Wall”, e Gilmour continua a protagonizar o disco com sua guitarra que, com um efeito de delay, cria uma parte que será re-mencionada posteriormente no disco. A letra trata literalmente da morte do pai de Waters, que aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial, e começamos aqui a construção do muro de Pink. Waters canta com amargura e emoção, Gilmour nos traz mais um lindo solo e vamos com um fade-out para a próxima música: “The Happiest Days of Our Lives”. O clássico barulho de helicóptero vem com barulho de crianças brincando, e começa a nos ser contado a construção de mais alguns tijolos, estes devido aos professores autoritários e maldosos, que batiam nas crianças, as humilhavam, e nas palavras do próprio Waters querem colocar os alunos nos “moldes certos”, os fazendo engolir os padrões que impõem. E ainda continua mostrando que eram na realidade, fracos e inseguros, e que “quando chegavam em casa de noite suas esposas gordas e psicopatas iriam os bater até quase matá-los”. Nick Mason (baterista) vem com seus Ron Tomtoms puxando uma virada sobre um clima grandioso, culminando em “Another Brick In The Wall Part II”, o grande hit do disco, que da vida a uma fantasia rebeladora, onde toda a escola entoa o icônico verso “We don’t need no education/We don’t need no thought control/No dark sarcasm in the classrom/Teachers leave them kids alone” em uma revolta contra os professores. A imagem que fica na cabeça é a clássica vinda do filme “The Wall” (mais um clássico que culminou da obra, recomendo muito ver para quem não conhece) onde as crianças tacam fogo na escola, além da clássica esteira que levava a um moedor de carne, onde todas viravam uma grande massa homogeinizada. Gilmour faz mais um solo histórico e terminamos este hino contra os podres do sistema educacional com Pink “voltando a realidade” ao ouvir o professor e seus gritos enfurecidos, representando que aquilo era mesmo apenas uma fantasia.

“We don’t need no education”

E então chegamos a “Mother”, que com sua simplicidade tamanha e sinceridade, e de certa maneira sarcástica com o contraste da pacificidade do instrumental com a letra. Pink agora é um pré-adolescente fazendo perguntas ainda inocentes, mas audaciosas, à sua mãe que nos trazem novamente a guerra, seus medos, e a construção do muro. Waters toca na política, criticando a censura “Mother, do you think they’ll like this song”, o autoritarismo “Mother, do you think they’ll try to break my balls?”, e ainda tece uma crítica direta “Mother, should I trust the government?”. Na sequência entra Gilmour novamente com a voz serena da mãe, colocando-a na posição de uma super-protetora, que ao tentar protejer seu filho do mundo, ajuda a construir o muro ao redor dele ainda mais (“Of course mama is gonna help build a wall”). Então, Gilmour nos delicia com mais um solo que representa a transição para a adolescência de Pink, mostrando a super-proteção com seus relacionamentos amorosos, que transformam este período de auto-descobrimento e afirmamento em imprisionamento, novamente ironizados por Gilmour de uma maneira muito tocante. “Você sempre será um bebê para mim”.

“Mother will they put me in the firin’ line?”

“Goodbye Blue Sky” abre o lado B do primeiro disco para quem está no lp, e é uma recapitulação do lado A. O dramático dedilhado acompanhado pelo teclado e as vozes celestes demonstram o trauma da guerra, e a perda de seu pai, que continuam mesmo após o “cair das bombas”: “The flames are all along gone with the pain lingers on”. Vale lembrar que a menção as bombas podem representar tanto os bombardeios na inglaterra na Guerra, tanto quanto as ameaças nucleares da Guerra Fria, que acontecia na época. A dramática “Empty Spaces” mostra o casamento falho de Pink, e vem de maneira quase abstrata para transitar entre “Goodbye Blue Sky” e “Young Lust”, esta que, sonoramente, é como a irmã mais velha de “Another Brick Part II” e mostra Pink se tornando ja o Rockstar que virou, e entrando no circo do “Sexo, Drogas e Rock n’ Roll”. Meu amigo e colega de página Felipe a chamaria de um “Rock Sexual”, e acho uma definição precisa para a música. Gilmour faz mais um solo de arrebentar, mostrando o porque é um dos maiores de todos os tempos da guitarra. A música mostra a luxúria de Pink, que é uma maneira de tentar se distanciar das coisas difíceis da vida, ajudando a construir o muro mais um pouco.

“Did you ever wonder why we had to run for shelter when the promise of a brave new world unfurled beneath a clear blue sky?”

Mas o efeito desta “Young Lust” acaba o fazendo apenas pretender que está tudo certo, como ele nos conta em “One Of My Turns”, que mostra o lado obscuro de Pink devastadoramente. Ele traz uma groupie para o quarto do hotel, que tenta conversar e instigá-lo sexualmente, mas ele está só responde com a letra, demonstrando sua total decepção e vazio perante o muro, muitas vezes escondida sobre sua vida de Rockstar (“Night after night, we pretend it’s alright”). E o crescendo dos teclados de Rick Wright desencadeam em uma grande viagem agressiva e lunática, onde ele sai do sério de maneira a quebrar o coração: “Would ya like to learn to fly? Would ya!? Would you like to see me try?”, grita desesperado, e ao quebrar dos pratos entra a linda passagem entre os teclados e guitarra. “Why are you running away?”, ecoa Waters completamente desolado, numa parte de arrepiar. “Don’t Leave Me Now” é a sequência que conta a crise do casamento de Pink, que foi afundado na decepção e infidelidade, e tem sua mensagem transmitida com uma música que lembra muito “Animals”, o trabalho anterior da banda, entre outros. Então chegamos ao fechamento do muro, e a decisão do total isolamento: “Don’t think I need anything at all!”, Waters canta na agressiva “Another Brick Part III”. “Goodbye Cruel World”, termina então de maneira simples a mensagem do fechamento do muro, e o primeiro disco.

“Don’t think I need anything at all!”

O segundo disco começa com “Hey You”, que é geralmente colocada fora do contexto do disco, mas tem tudo a ver com o enredo. Ela demonstra Pink repensando a construção de seu muro, em um quarto de hotel, com um vidro quebrado com vista para a rodovia. Pink começa a ter noção do tamanho do muro, se arrepende e então pede ajuda “Hey You, would you help me to carry the stone?”, terminando com a vontade de sair do muro “Open your heart, I’m coming home”, que desencadeia em mais um grande solo de Gilmour. Os vocais da segunda parte já cantam “It was only fantasy”, mostrando que sua esperança de resgate deste muro era impossível, o muro era muito alto, e como consequência “The worms ate into his brain”. No entanto a esperança cega de Pink é sustentada por uma chama de esperança, e a música termina com a fortíssima frase “Together we stand, divided we fall”, uma mensagem que serve muito bem para nossa sociedade atual, provando mais uma vez a atemporalidade de The Wall, ao ser uma crítica à guerra, o governo, o autoritarismo, a educação, a televisão e uma análise ferrenha das mães, da perda de alguém, as drogas, a luxúria, a desolação, a traição, a fama, o suicídio e que traz, no segundo disco, uma viagem na mente nilista e perdida de Pink.

“Together we stand, divided we fall”

“Is there anybody out there” é tão simples como climática e indaga se há alguém fora do muro disposto a atender, e que se importa com o que ele está passando. No entanto não se iluda a pensar que é uma mensagem de esperança, pois na terceira vez, Waters demora a cantar o “out there”, e o faz como se já soubesse que não havia ninguém. Em “Nobody Home”, Pink assume que o mundo lá fora saiu de seu alcance, e tem uma perspectiva ora esperando por alguém, mas principalmente de aceitação da sua condição: “I’ve got a little black book with my poems in/Got a bag with a toothbrush and a comb in”. Waters também critica a televisão (como já fez diversas vezes em sua obra) “I’ve got thirteen channels of shit in the T.V. to choose from”, e toda a letra é de certa maneira paranóica e mostra uma certa alegria sobre a miséria, algo inexplicável.

“I’ve got thirteen channels of shit in the T.V. to choose from”

“Vera” nos traz de volta a Segunda Guerra. Nela, Waters aborda Vera Lynn, uma cantora da época da segunda guerra que passava mensagens de esperança a aqueles cujos entes queridos haviam ido a guerra. Waters então nos traz de volta à era da construção de seus primeiros tijolos, quando sofreu ao não ver a esperança dos versos “We will meet again some sunny day” se tornar realidade. E então ele pede na emoção tremenda que passa com seus vocais “Vera! What has become of you?”, chorando com eles as saudades da partida de seu pai. Aliás vale a pena destacar que este é talvez a melhor demonstração vocal de Waters que, mesmo não sendo reconhecido por seu talento como cantor, cria toda a emoção e tensão necessária, tanto com sua entonação sarcástica, maldosa e amarga, quanto grave, lamentosa e que rosna partes de maneira a fazer algo chorar dentro de você. Realmente um trabalho incrível.

“Does anybody else in here feel the way I do?”

Ainda na guerra, temos a épica “Bring The Boys Back Home” que, apesar de também não parecer ter muito a dizer, é considerada por Waters a música central do disco. Nela, sua visão anti-guerra é contada não por Pink mas por um narrador onisciente. E então chegamos no outro grande hit do disco: Comfortably Numb, também tirada frequentemente de contexto, mas que tem todo o direito de tal. Antes mesmo de entrar no seu contexto, vamos destacar Gilmour novamente: aqui temos simplesmente aquele que para muitos é o melhor solo de guitarra da história. Vou aproveitar a deixa para mencionar que o disco foi escrito por Waters principalmente, tanto que brigas judiciais futuras rodearam o disco, mas a banda teve sim o papel importantíssimo de arranjar grande parte das músicas e, independentemente de seu lado na briga, eles merecem muito crédito por tornar desta uma obra com o paradisíaco “Floyd Sound”.

Agora de volta a Comfortably Numb, onde Pink vai tocar no assunto da fama e seu lado obscuro também. Nela, a equipe da banda consegue entrar no quarto, e que vem colocar uma droga para que ele volte ao normal e consiga tocar naquela noite. Pink esperava por ajuda, e por “somebody out there”, mas esta pessoa não trouxe a salvação que ele queria, mas sim mais uma enganação para fingir que tudo está certo (lembrem-se de One Of My Turns). Então, Gilmour assume a voz de Pink e fala “There is no pain you are receiding/A distant ship smoke on the horizon”, mostrando que não há dor, mas há algo distante dentro de si que não sabe o que é. Então temos a demonstração do estado drogado de Pink “You are only coming through in waves/Your lips move but I can’t hear what you’re saying”. Lembremos aqui da água também, que significa a mente, e portanto o barco está distante, e não se sabe o que ele carrega, para onde vai, e a pessoa não consegue alcançá-los. Depois fala que suas mãos se sentem como dois balões, relembrando uma febre forte que teve na infância, o que nos remete tanto ao uso de drogas quanto à profundidade mental, pois tais memórias são guardadas na mente sub-consciente. E então termina lamentando ter deixado cair nesta situação e construído o muro ao dizer “I have become comfortably numb”.

“You are only coming through in waves”

Então o doutor volta, dizendo que será apenas uma pequena picada, e não terá mais dor. Depois pede para se levantar, e diz que está tudo funcionando bem, e que assim ele vai conseguir tocar naquela noite. Pink então volta e Gilmour canta quase os mesmos versos, exceto pelo ambíguo “I had a fleeting glimpse/Right out the corner of my eye/I turned to look but it was gone/I cannot put my finger on it now/The child is grown, the dream is gone”. Com o segundo solo de Gilmour a música acaba em fade-out e seguimos para “The Show Must Go On”.

Aqui temos o duplo sentido da palavra “show” em The Wall, que significa tanto o show de Pink quanto a vida. Portanto se aqui ele se interroga “Must the show go on”, ele estava se referindo tanto ao show quanto ao fim da sua vida, portanto, o suicídio. Deveria ele ir ao show, e continuar a viver? Deveria ele desistir?

Então temos um momento que novamente deve ser mais entendido que explicado. Revisistamos aqui “In The Flesh”, só que desta vez com outra letra. Pink deixa si próprio no hotel: “Pink isn’t well he stayed back in the hotel”, e quem vem é uma personalidade autoritária e insana que toma sua personalidade. Tocamos aqui no tema do autoritarismo novamente, e a minha interpretação é que Waters quis mostrar que ditadores não são pessoas incomuns, mas sim aquelas que deixaram aquele lado obscuro e autoritário fluir. Então temos uma menção clara ao nazismo “That one is Jewish, and that one is a coon”, e depois “If I had my way/I’d have all of you shot!”, e vale lembrar que estamos falando da ideologia que matou seu pai, portanto temos mais menções ao passado.

“We’re gonna find out where you fans really stand!”

“Run Like Hell” é, segundo Waters, simplesmente Pink tocando mais uma música em seu show com o persona autoritário sob controle em sua cabeça. E que maneira de fazer isso! Temos aqui uma das melhores músicas do disco. Em “Waiting For The Worms” mais um ponto alto, nela Pink altera entre seu persona e sua realidade, mostrando a transição de volta a sua sanidade. Waters também mostra mais sobre a isca que o nazismo utilizou para atrair as pessoas e fazê-las seguir os outros vermes, tornando tudo em normal.

“You better run”

Então chegamos a “Stop”, onde o ditador sai do controle de Waters, e vê a sua própria culpa também na criação do muro, fomentando a imagem de que era uma vítima do muro: “Have I been guilty all this time?”. Aqui vemos que há sim uma mensagem positiva em meio à negatividade de The Wall. Basicamente, ao se deixar sugar e mergulhar nas maldades do mundo, você constrói seu muro. Ser uma vítima é o que te faz construí-lo.

“Have I been guilty all this time?”

E então em “The Trial”, Pink é quem faz seu próprio julgamento, e sua culpa ao criar o muro que cai sobre si próprio. A atmosfera circense e louca contribui para o enredo, que é como uma síntese abstrata do disco, onde Pink é seu próprio promotor e o coloca sob julgamento, e ele mesmo se julga culpado e sua sentença é a queda do muro: “I sentence you to be exposed before your peers/Tear down the wall!”. Uma multidão enfurecida (mais autoritarismo mencionado indiretamente!) grita “Tear the wall!”, em um momento que nos leva a revoltas e revoluções ao longo da história da humanidade. E então o muro cai. E assim Pink renasce integralmente, vira como um bebê de novo.

Portanto, o mundo ao redor de nós não é o que parece, e patinar no “Thin Ice” da vida é ter a certeza de que se vai cair, mas estas quedas não te devem deixar criar o seu muro. Caso você deixe levar, haverão sempre pessoas lá fora para te ajudar a sair do muro, “The ones who really love you”, mas se todos contarem com os outros e construírem seus muros nada vai dar certo, pois estarão todos cercados. Então se você conhece esta história, olhe a sua volta, veja se não há um muro ai. Se há, destroa-o e procure por aqueles que realmente te amam, “after all it’s not easy” e você precisa deles. Agora se o muro está ao redor de alguém mais, seja aquele que quebra o muro, e demonstre seu amor. Lembre-se que você tem o controle sobre tudo isto, não se deixe levar pelo mal, não construa seu muro.

A turnê de The Wall foi revolucionária, construindo um muro entre a banda e a platéia, entre outras técnicas de produção, e tudo isto causou poucas datas apenas de turnê, e muito prejuízo para a banda, mas espero que eles entendam que sua mensagem valeu a pena. Em 1990, diversos artistas se juntaram para uma apresentação em comemoração da queda do muro de Berlim, e nesta década, Waters revisitou The Wall com uma produção moderna e renovada mostrada em seu filme “The Wall”, de 2015. Esta obra é perfeita e atemporal, e espero que você tenha entendido melhor tudo isso com este texto, que vem de um grande admirador do disco que agradece muito a oportunidade de escrever sobre aqui no Entre Acordes! Obrigado Pink Floyd, parabéns pelos 40 anos de The Wall!

 

Autor: allanfranzner

Guitarrista, amante e entusiasta da música, principalmente do rock n' roll!

Nenhum pensamento

  1. The Wall não é apenas o maior disco conceitual da música, como também é o mais relevante em se tratando de discos duplos. Obrigado por atenderem meu pedido com essa homenagem ao Pink Floyd, que é a minha banda favorita de todos os tempos!

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