70 anos de Bruce Springsteen: “The Boss”

Ele ganhou vinte Grammys, quatro American Music Awards e um Oscar. Casou duas vezes e se tornou pai de três filhos. Tornou-se um porta-voz da classe trabalhadora dos Estados Unidos. O “Entre Acordes” abre as cortinas para homenagear Bruce Springsteen e seus 70 anos de vida.

Dono de uma voz marcante e de um carisma único o nosso homenageado começou sua paixão pela música depois que ganhou um vilão da sua mãe com 13 anos e logo, depois uma guitarra aos 16. O menino Bruce Springsteen já compunha algumas canções com o presente que sua mãe deu, entre elas “The Wish”. Nessa época ele foi auxiliado por Tex e Mario Vaynard, uma espécie de casa talentos que ajudava os jovens iniciantes na música. Com essa ajuda ele consegue entrar na sua primeira banda “The Castiles” e grava duas músicas e começa a fazer shows em bares. Depois de passar por uma etapa que muitos músicos consideram como uma verdadeira “escola”, que é tocar em clubes menores e bares. O Bruce Springsteen viria a assinar seu primeiro contrato com a Columbia Records através do auxilio de John Hammond, o mais que trouxe Bob Dylan para gravadora há uma década antes. �

Uma das maiores marcas do cantor esta em seus shows e junto com a energia que ele passa com sua “E Street Band”. Com a experiência que ele ganhou no final dos anos 60 cantando na noite. O “The Boss” como era chamado na época por seus amigos de turnês das suas bandas antigas. Chamou todos esses conhecidos e formou o que hoje conhecemos como “E Street Band”. Esse casamento perfeito e duradouro passou por momentos de altos e baixos juntos, como se espera de um matrimonio. Um dos momentos tristes desse casamento aconteceu em 2011, quando o saxofonista Clarece Clemons veio a falecer devido algumas complicações que teve após um AVC.  Um ano quase da morte de Clarece Clemons o “The Big Man” como era chamado. Seu sobrinho Jake Clemons assumi o saxofone da “E Street Band”. A banda não ficou somente ligada ao “The Boss”, já tocou com Paul Mcartney, Bob Dylan, Aretha Franklin e Lady Gaga. O currículo é enorme de parceria com grandes nomes da música e sem falar dos seus membros icônicos o guitarrista Steve Van Zandt.

O jovem menino de New Jersey que um dia declarou que seria “famoso” não esperava vender mais de 120 milhões copias de disco e estar no Rock and Roll Hall of Fame. Seus discos marcaram época e influenciaram diversos artistas dos anos 80. Sem falar também que no final dos anos 70, Bruce Springsteen estava sendo regravado por algumas bandas e artistas. Álbuns como “Burn to Run”, “The River” e “Born in The U.S. A” fizeram grandes sucesso. Inclusive o primeiro desses três citados entrou para lista dos “200 álbuns definitivos do Rock and Roll Hall of Fame”. Com canções alegres e com letras fazendo criticas a guerra do Vietnã e falando da classe operaria americana.

Bruce Sprinsteen se tornou um ativista sem ser piegas. Participou da canção “We Are the World” convidado por Michael Jackson e Lionel Richie cujos lucros estavam destinados a projetos beneficentes na África e entre outros movimentos ativistas.

 

Autor: lusquinhos87

Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer. Pra poder me livrar do prático efeito. Das tuas frases feitas, das tuas noites perfeitas

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